Não há mais lugar seguro - Criminalidade avança pelo interior.

Nos grandes centros do país, poucos pais dormem tranquilos quando os filhos saem à noite. São raros os motoristas que respeitam sina...



Nos grandes centros do país, poucos pais dormem tranquilos quando os filhos saem à noite. São raros os motoristas que respeitam sinal de trânsito em áreas desertas. Em todas localidades, diante da profusão de notícias de atos violentos, reina uma sensação de medo e insegurança. A taxa nacional de homicídios é de 23,7 casos por 100 mil habitantes, um índice alto considerados os padrões internacionais. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera "zonas epidêmicas" aquelas com taxas superiores a 10 assassinatos por 100 mil habitantes.

O pior é que os estudos indicam que a violência no Brasil não está mais restrita aos grandes centros urbanos. Ela se alastrou pelo interior e por pequenas cidades, deixando um rastro de destruição de vidas e de prejuízos econômicos. Estima-se que o País gaste em torno de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) com a violência. Enquanto isso, crescem os negócios das empresas de segurança privada.

Como exemplo usaremos um pequeno município do Rio Grande do Norte, Afonso Bezerra fica localizada na Região Central do estado e tem pouco mais de 11 mil habitantes, a cidade até pouco tempo era considerada pacata, sem assaltos, pessoas dormiam em frente suas casas em baixo de arvores, transportes ficaram noite fora de garagens e mesmo assim no outro dia estava no mesmo canto.

Hoje o município vive uma crescente onda de criminalidade, crimes que antes só eram vistos em filmes, assaltos e desordem pública. As policias pouco podem fazer, pois por mais que se esforcem vive um forte momento de incredibilidade, sem condições de trabalho dezenas de policiais se esquivam por saber da inoperância no sistema.

Quando se trata de segurança pública o país vive um momento de “Deus por todos e cada um por sí”.

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